MARTINHO DA VILA
 
     
 
Camarote A - Meia R$ 70,00
Camarote B - Meia R$ 50,00
Frisa Pista - Meia R$ 30,00
Setor Vip - Meia R$ 65,00
Setor 01 - Meia R$ 55,00
Setor 02 - Meia R$ 45,00
Setor 03 - Meia R$ 35,00
Camarote A R$ 140,00
Camarote B R$ 100,00
Frisa Pista R$ 60,00
Setor vip R$ 130,00
Setor 01 R$ 110,00
Setor 02 R$ 90,00
Setor 03 R$ 70,00

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  Datas e horários:

28 de Julho, às 22h

Lançamento do novo show e disco – 45 anos de estrada.

O cantor e compositor MARTINHO DA VILA comemora 45 anos de carreira e para celebrar faz show de lançamento do CD “Martinho da Vila 4.5 Atual” (Sony Music) – com a regravação do repertório do seu primeiro e antológico LP, de 1967, cujas faixas lideraram  as paradas de sucesso e abriram caminho para o êxito de vários cantores do samba. Dia 28 de julho, sábado, no Vivo Rio.


Neste espetáculo, Martinho interpretará suas canções e sambas enredos que já pertencem ao imaginário nacional: “O Pequeno Burguês”, “Pra que dinheiro”, “Casa de Bamba”, “Tom Maior”, “Menina Moça”, “Quatro Séculos de Modas e Costumes”, “Ya Yá do Cais Dourado”, “Quem é do Mar Não Enjoa”, “Carnaval de Ilusões”, dentre outras. Nesse CD,  também foram incluídas três faixas bônus com trabalhos mais recentes como: “Samba dos Passarinhos”, (parceria dele  com Moacyr Luz), “Pãozinho de Açúcar” (Martinho da Vila), e “Grande Amor” (Martinho).


Para a regravação do seu LP de estreia -  composto por uma concentração de sucessos  que o  lançou  na galeria dos grandes da MPB e que revolucionou a própria estrutura do samba, que antes dele não vendia – Martinho cercou-se de “uma seleção brasileira de instrumentistas”. Dentre eles, o produtor e maestro Rildo Hora, que o acompanha desde o primeiro trabalho.


A trajetória de Martinho iniciada com a sua participação no Festival da Record, de 1967, conta com o reconhecimento popular pelo seu desempenho em frente à missão de difundir a cultura popular no Brasil e no exterior. Poucos artistas brasileiros permaneceram tanto tempo produzindo e ativo como ele: com certeza um dos nossos símbolos. Ele é o único sambista brasileiro que recebeu um Disco de Diamante pela marca de 1 milhão e 700 cópias vendidas do CD “Tá Delicia Tá Gostoso”, de 1995. Foi agraciado com o Prêmio Shell de MPB, em 1991, recebeu três prêmios Sharp, em 1993.


Martinho da Vila é também produtor, pesquisador da cultura popular brasileira e africana, autor de 11 livros, entre ficção, documental e infantil. Conhecido pelo seu engajamento político -  como um dos responsáveis pela aproximação do Brasil com à África Portuguesa - onde se apresenta desde os anos 1970, funcionando como uma espécie de embaixador cultural. Por conta de sua atuação em difundir a lusofonia (tema que mereceu dele um livro, “Os Lusófonos”, e o CD “Lusofonia”, que contou com as participações de artistas de  todos os países luso falantes), ele recebe da CPLP (Conferência dos Países da Lingua Portuguesa), o título de Embaixador da Boa Vontade. Em 1980, ele produziu no Rio de Janeiro o Movimento Kizomba que protestou  contra o Apartheid.


Martinho foi convidado pela cantora grega radicada na França, Nana Mouskouri, para gravar em duo uma das faixas de seu mais recente CD, a canção “Canta, Canta, Minha Gente”, traduzida como “Quand Tu Chant Ça Va”, em um estúdio em Paris, em 2012. O cineasta francês George Cachot, o mesmo autor do documentário sobre a cantora Maria Bethânia, está filmando sobre o samba tendo Martinho da Vila como fio condutor, parte do material já foi gravado em Paris e Rio de Janeiro.


Classificação 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados do responsável legal.

 
 
 
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